Bem, depois de muito tempo sumida, venho atualizar meus amores...
No final do ano, conheci o novo amor-perfeito. Na metade deste ano noivamos e agora estamos nos preparativos pra festa. Antes que o mundo acabe, vem meu casamento. E, por mais improvável que pareça pra quem me conhece, ainda não esfriou, nem cansou, nem está entrando na rotina. Cada vez que eu paro pra ficar olhando enquanto ele prepara um café, fico pensando que se fosse hoje, eu pegava de novo!!
Mas esse é o meu amor-perfeito. Essa é a minha história. E pra alegria geral da ala feminina, não é a única... Tem muita gente sendo feliz por aí... Tem muita gente curtindo... E ainda sobra um montão de gente na vida contemplativa. Bora mudar isso?!?
domingo, 30 de outubro de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
E veio tudo novo...
Virou o ano, virou o mar de brigadeiro (yes!!), virou minha vida do avesso. De novo. Adoro mudanças. O que não vira é a minha obstinada procura pelas perfeições do dia-a-dia...
Outro dia, almoçando no shopping, numa dessas lanchonetes estilo american way of life, vi um casal de velhinhos. Sentadinhos num canto, conversando baixinho e comendo seus burgers. Achei buni e fiquei observando enquanto o meu não chegava. Terminados os burgers, dividiram um sundae. Toda a minha descrença caiu por terra. Afinal, envelhecer juntos e ainda poder dividir um sundae no final, com aquele sorriso que dispensa qualquer palavrinha, não é algo que eu esteja acostumada a ver. Muito mais fácil ver os casais saindo separados, durante a velhice, cada um atrás do que gosta, como se a vida tivesse os convencido que envelhecer junto é apenas uma forma de garantir que você não vá morrer sozinho. Come on!!
Como disse Tati Bernardes, depois que a Carrie casou com o Big todas nós retomamos a esperança de viver com nossos Bigs. E por quê não, daqui há um certo tempo, poder sentar numa lanchonete e dividir um sundae??
Outro dia, almoçando no shopping, numa dessas lanchonetes estilo american way of life, vi um casal de velhinhos. Sentadinhos num canto, conversando baixinho e comendo seus burgers. Achei buni e fiquei observando enquanto o meu não chegava. Terminados os burgers, dividiram um sundae. Toda a minha descrença caiu por terra. Afinal, envelhecer juntos e ainda poder dividir um sundae no final, com aquele sorriso que dispensa qualquer palavrinha, não é algo que eu esteja acostumada a ver. Muito mais fácil ver os casais saindo separados, durante a velhice, cada um atrás do que gosta, como se a vida tivesse os convencido que envelhecer junto é apenas uma forma de garantir que você não vá morrer sozinho. Come on!!
Como disse Tati Bernardes, depois que a Carrie casou com o Big todas nós retomamos a esperança de viver com nossos Bigs. E por quê não, daqui há um certo tempo, poder sentar numa lanchonete e dividir um sundae??
sábado, 4 de setembro de 2010
Mais uma demonstração de quem ama incomodar o próximo.
Tem um evangélico invadindo vários grupos de discussão (yahoo groups, google groups, etc) e postando mensagens fanático-religiosas. O discurso não muda, só o e-mail. Quando um é bloqueado no grupo, ele cria outro e continua. Totalmente sem noção.
Então, dando continuidade ao post anterior, o prêmio de apaixonado por chatear os outros vai pro Sr. Alex Nunes, o evangélico surtado, em suas inúmeras versões de endereço eletrônico!!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Pessoal, o assunto de hoje é a paixão. Mais especificamente a paixão que algumas pessoas têm por serem chatas. Sério.
Hoje estava trabalhando, como todos os dias, quando vêm um desses malucos apressados, que fica esperando um motivo pra dar ataque. Começou implicando com meus colegas. Seguiu pra minha frente, dizendo que estava cansado deste mal atendimento, e que ia processar. No PROCON tudo se resolve. Pergunta se eu discuti com o doido?? Nenhuma maldita palavrinha. Acredito que por isso mesmo ele continuou seu monólogo de como a gente vive num país miserável, onde as coisas só se resolvem na justiça e blábláblá. Eu ainda lá, muda, esperando o doido dizer o que queria. Quando ele falou que queria pagar uma conta, pedi logo os documentos, como sempre. Jura que o cara tava com os documentos todos errados?!?! Claro, porque desgraça pouca é bobagem...
Depois de insistir que não estava errado, começou a dar ataque, que ia falar com o gerente e processar todo mundo, inclusive eu. Ok, honey, go ahead... Claro que o gerente não deu pelota e volta o doido pra minha frente, resmungando, que eu tinha que ir pra igreja orar, pra luz me iluminar, porque isso era o demônio. Por quê eu tava criando problemas com ele?!
Pára o mundo que eu quero descer... Sério. Não tenho mais paciência pra esse povo fanático. Nem pros religiosos, nem pros políticos. Tanto esses doidos que seriam capazes de matar pela sua sagrada fé, quanto esses doidos que estão lotando nossas caixas de e-mail com mensagens do tipo "vote em fulano" ou "não vote em cicrano". São justamente aqueles que juram sob a bandeira que são a favor da liberdade de expressão e da democracia. São justamente essas pessoas sectárias que nos impõe, diariamente, suas opiniões e dogmas, que vêm nos acusar de descrença e ingenuidade. Afinal, quem não concorda com eles só pode estar errado, não quer ver a verdade diante do seu nariz...
Oras, isso não é fé, muito menos exercício de cidadania. Isso é chatice. Pura. Eu fico no meu cantinho pensando que, às vezes, nessas vezes, é melhor ser surdo que ouvir essas bobagens. E isso é coisa, tipicamente de gente apaixonada. Apaixonada pela encheção de saco!!
Always on my mind
Gente, tô eu aqui vendo um filminho bem light, daqueles pra fechar o domingão, quando ouvi uma frase totalmente perfeitinha: "eu penso em você até quando você está comigo". Bem, não pude deixar de ficar aqui pensando... É exatamente isso!!
Fico pensando em que parte do script o relacionamento esfria. Porque tem uma hora que a gente acorda do lado de um estranho. Aparentemente do nada, você se pega perguntando quem é esse [preencher com um adjetivo pejorativo] que está do seu lado.
Por outro lado, têm aquelas histórias que, quando interrompidas, se transformam num martírio. Quem não passou por isso, ou viu uma baita amiga arrastando correntes por alguém, mil anos depois de sepultado o relacionamento?!
Dizem por aí que amor e ódio caminham juntos. Eu digo que amor e medo caminham lado-a-lado. Não estou falando daquele medinho de errar e perder, do que fazer depois que acabar. Mas daquele medo quixotesco do que fazer quando der certo. Afinal, por mais que a gente queira muito, fazer dar certo é algo que assusta pacas. Assusta a perspectiva de passar a vida ao lado de alguém incrível e o quanto essa pessoa real, com defeitos e tudo o mais, transforma cada dia seu em vários sorrisos totalmente indispensáveis. Assusta saber que ela vai estar ali quando ela não estiver mais ali. Assusta mais saber que ela vai estar ali também quando estiver ali. Como já (bem) disse Elvis, you're always on my mind...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Divulgando...
Pessoal, sei que esse não é um espaço de anúncios. Mas, como me mandaram essa promoção, e pareceu legal, tô divulgando.
Entrem no http://paquidermesculturais.blogspot.com/ e cadastrem-se. Estarão concorrendo ao sorteio destes livros:
Então, o recado está dado. Boa sorte aos que resolverem participar!!quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Parece ser de Veríssimo...
Há muitos anos atrás uma donzela caminhava pela beira de um rio quando apareceu um sapo. O sapo contou para ela que era um príncipe que tinha sido enfeitiçado por uma bruxa e que se a donzela o beijasse o feitiço passar. A donzela acreditou, beijou-o e ele se transformou de novo em um príncipe. Casaram-se e viveram felizes para sempre.
Alguns séculos depois, outra donzela caminhava pela beira de um rio quando apareceu um sapo.. A história você já conhece com um detalhe, na hora do beijo, ela disse: de língua não! E viveram felizes para sempre.
Alguns outros séculos depois, após a revolução industrial, uma donzela desempregada passeava pela beira de um rio e ouviu a mesma história de um sapo. Ela o beijou e ele se transformou em um príncipe muito feio, talvez pela poluição do rio. A donzela protestou mas para quem já beijou sapo... casaram-se e tiveram uma vida difícil para sempre, inclusive o príncipe havia perdido tudo com o fim do feudalismo.
Décadas atrás, a mesma história, tudo igual, apenas com um momento de hesitação até que fosse esclarecido o seguinte ponto: precisa ser donzela? Não precisava. Casaram-se e viveram etc etc
Nos anos sessenta a mesma história, sendo que a moça era feminista. Após ouvir a triste história do sapo ela concluiu: alguma você andou aprontando.. . e chutou o sapo para longe.
Há alguns meses atrás, uma jovem empresária passeava pela beira do rio artificial do seu condomínio fechado quando ouviu um psiu de um sapo, e a mesma conversa.
Pensou ela: um príncipe hoje em dia não vale tanto mas um sapo falante, como posso faturar alto. Ela pos o sapo em uma gaiola, fez muito dinheiro e viveu e viverá feliz para sempre.
Anteontem, uma jovem ouviu a mesma conversa de um sapo mas não decidiu nada na hora. Procurou seu consultor financeiro, que lembrou a ela que hoje em dia nada mais valioso do que informação privilegiada como a que o sapo lhe passara e aconselhou:
esqueça este sapo e procure essa bruxa! Com seus poderes mágicos a bruxa poderia transformar moeda fraca em forte, nominativas em preferenciais, etc etc Era a solução para a crise!
Nem preciso dizer o quanto adorei, né?!
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